Treinamento Empresarial

TREINAMENTOS EXPERIENCIAIS AO AR LIVRE - VELEJANDO

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Oferecemos consultorias e treinamentos, a fim de proporcionar a mudança comportamental e melhorar o desempenho empresarial e pessoal.

A Mistralis veio para inovar o mercado dos treinamentos ao ar livre com uma nova metodologia experiencial, usamos veleiros como ferramenta para a maioria de nossas atividades.

São treinamentos dinâmicos e motivacionais, customizados para atender as exigências de cada empresa.

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Os treinamentos são realizados a bordo de veleiros oceânicos e seguem a metodologia experiencial learning by doing, onde os participantes vivenciam a bordo dos veleiros situações análogas às do dia-a-dia empresarial.

As competências organizacionais de cada empresa contratante são distribuídas pelas 3 equipes que formamos a bordo dos veleiros, dessa forma podemos computar os pontos de cada participante. Avaliando assim o resultado individual e de cada equipe. Essa também é uma ferramenta que podemos utilizar para premiar as melhores equipes. Seja por trabalho em equipe, comunicação, liderança, saber ouvir.

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Tipos de treinamentos

  • Alísio (10 horas - 1 dia e 1 véspera)
  • Mistralis (22 horas - 2 dias e meio)
  • Liderança Shackleton (8 horas)

Objetivos e benefícios dos nossos treinamentos

Liderança – prezamos o empowerment. A bordo dos veleiros os líderes têm que partilhar o comando do barco com seus membros da equipe e ouvir sugestões de outras equipes, a liderança é compartilhada.

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Comunicação eficaz – sabemos que a boa comunicação é essencial para a eficácia de qualquer grupo ou organização, esse fato é vivenciado a bordo dos veleiros. Para que todas as manobras aconteçam de forma íntegra e segura, é necessário que haja uma comunicação transparente entre todas as equipes. Obter, através da comunicação, um forte impacto sobre os resultados da Empresa Contratante.

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Formar equipes de alto desempenho e desenvolver as habilidades interpessoais – Desenvolver a criatividade e a inovação além do seu campo de atividade, por exemplo, um participante de uma equipe pode e deve ajudar seus companheiros de outras equipes, o que deve prevalecer em nosso treinamento é o espírito de equipe, as tomadas de decisão em equipe, aprender a conviver e tirar proveitos das diferenças.

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Motivação – fazer com que outras pessoas, ao seu redor, compartilhem da vontade de aprender a velejar e a melhorar a capacidade de comunicação, aceitação das diferenças e das constantes tomadas de decisões.

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Superação de desafios – aumento da sinergia entre os participantes visando a energização dos mesmos, criando um ambiente seguro e confiável o que proporciona um melhor clima organizacional.

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Diferencial dos treinamentos da Mistralis

A Mistralis foi a pioneira no Brasil a desenvolver treinamentos experienciais a vela, trazendo sua metodologia da Nova Zelândia, Austrália e Flórida, locais onde essas atividades são exercidas há anos.

Introduzimos no Brasil um treinamento que preza pela segurança dos participantes e desenvolve as competências organizacionais das empresas contratantes.

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Só realizamos treinamentos a bordo de veleiros oceânicos que proporcionem total segurança, além disso, parte dos nossos consultores sabem velejar. O que também nos diferencia dos treinamentos do mercado é que além do comandante do barco, também vai a bordo um consultor da Mistralis que irá computar os pontos de cada participante, para que a empresa possa ou não avaliar o desempenho dos seus funcionários.


Mais informações diretamente com Felipe Caire:

+55 21 99373-5923 ou envie-nos um e-mail (This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.)


Floripa - Mar del Plata

TRAVESSIA EXTREMA

Florianópolis - (Piriápolis) - Mar del Plata

floripa mar de plata capaUm breve adendo:

Essa travessia aconselhamos única e exclusivamente para aqueles que já tenham velejado bastante com o nosso comandante Felipe A. Caire e tenham um ótimo relacionamento com ele. Por isso, se você for mesmo embarcar nessa travessia, saiba que estará isolado do mundo e que irá realizar uma experiência espiritual muito profunda na sua vida.

Os benefícios e o amadurecimento interno serão inimagináveis, mas os momentos de sofrimento para que esse engrandecimento aconteça se farão necessários. Como diria Nietzsche: "é somente da dor que vem o verdadeiro aprendizado". Mas nesse caso, teremos o benefício de estarmos cercados de maravilhas naturais e estarmos enfrentando desafios e nos superando a cada dia.

Realmente é uma experiência única que todos os seres humanos deveriam um dia experienciar. Para que possam entender os verdadeiros significados da importância da nossa passagem nesse pequeno planeta que residimos.


Travessia Florianópolis - (Piriápolis) - Mar del Plata

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A TRAVESSIA:

Saindo de Floripa, seguiremos costeando e enfrentando nosso primeiro desafio. Nos aclimatizarmos com os balanços da chata saída Sul de Florianópolis.

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Costearemos até o Farol de Santa Marta e de lá diremos nosso adeus ao querido Brasil, quando começaremos a costear o Uruguai. Caso as condições estejam favoráveis continuaremos navegando até Mar del Plata, do contrário procuraremos abrigo em Piriápolis. Um lugar que sempre nos recebe com muito carinho e muita burocracia.

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 A chegada em Mar del Plata é sempre emocionante, as vezes quebrando ondas e quase sempre com mar bem mexido. A sensação de conquista por chegarmos num outro país é enorme.

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E sempre somos muito bem recebidos pelo Marplatense, pessoas felizes e que entendem bem o que realmente significa o mar!

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Embarque: Iate Clube de Santa Catarina - Veleiros da Ilha - Sede Centro de Florianópolis - Rua Silva Jardim, 838 - José Mendes.

Desembarque: Yacht Club Argentino - Darsena Norte - Mar del Plata


Data e Valor: verifique cronograma


Inclui:

  • alimentação e pernoite a bordo
  • roupa de cama (lençol e travesseiro)
  • muito aprendizado (caso a pessoa esteja interessada em aprender a velejar e realizar travessias)
  • fortes emoções, com segurança

Não está incluído:

  • roupas de tempo / conjunto impermeável (bota, jardineira, jaqueta, luvas, gorros, etc).
  • equipamento de escalada e/ou acampamento
  • bicicleta nocaso de irmos pedalar
  • alimentação fora da embarcação

Ver a lista completa de equipamentos, sugestões, formulário, apostilas, checklist e muito mais em nossa página criada especialmente para nossos tripulantes.


Mar del Plata - Peninsula Valdes

Travessia Mar del Plata - Peninsula Valdes (Puerto Madrýn)

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Essa é uma travessia muito delicada e complicada devido as fortes influências dos ventos da região e os poucos abrigos que ela oferece.mardel madryn 000 adeus mardel

Agora nos aproximamos do temido "40 bramadores" e a chegada de uma frente fria é sempre iminente. Por vezes nossa única solução é ficarmos em "árvore seca".

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A entrada na Peninsula Valdez é uma emoção absurda!!! Paredões enormes e uma correnteza que chega a mais de 6 nós. Agora começa a hora de avistarmos as Baleias Francas e descansarmos num aconchegante clube náutico.

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A travessia pode demorar até 12 dias, em casos extremos de mau tempo e frentes frias. Mas costumamos fazer em 6 dias de ótimas e intensas velejadas!

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Abaixo o link da nossa possível rota:

https://drive.google.com/open?id=1gG60puYIoDzxRhlKXdrNARVYLF4&usp=sharing

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Data:

entrar em contato com This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

Valor:

3 x US$ 400


 

Inclui:

  • alimentação e pernoite a bordo
  • roupa de cama (lençol e travesseiro)
  • muito aprendizado (caso a pessoa esteja interessada em aprender a velejar e realizar travessias)
  • fortes emoções, com segurança

Não está incluído:

  • roupas de tempo / conjunto impermeável (bota, jardineira, jaqueta, luvas, gorros, etc).
  • equipamento de escalada e/ou acampamento
  • bicicleta no caso de irmos pedalar
  • alimentação fora da embarcação

Ver a lista completa de equipamentos, sugestões, formulário, apostilas, checklist e muito mais em nossa página criada especialmente para nossos tripulantes.


Pen. Valdes - Puerto Deseado

Travessia Peninsula Valdés - Puerto Deseado

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De Puerto Madryn seguiremos navegando até a Caleta Sara, onde pretendemos pedalar pela região e começar a desbravar a inóspita Patagônia Argentina.

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Um local que surpreende pela sua beleza isolada, sua paz e tranquilidade. Realmente nos sentimos mais próximos de Deus e de nós mesmo agora que passamos os 40 BRAMADORES.

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Após a Caleta Sara seguiremos algumas poucas, mas difíceis milhas (por causa da forte correnteza, cerca de 4 nós) até a Caleta Hornos. Outro fantástico lugar. Agora para ser explora a pé e fazermos algumas expedições acampando pela região.

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Desde a Caleta Sara começam nossas ancoragens amarrando, literalmente, o veleiro nas pedras, nas árvores ou em qualquer coisa que dê segurança para os ventos com força de furacão que assolam essa região.

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Uma tarefa que as vezes demora mais de 45 minutos e que nosso comandante Felipe Caire, particularmente adora!

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Após curtirmos a segurança das caletas seguiremos uma travessia de cerca de 100 milhas náuticas (menos de 1 dia), claro que esperaremos um bom prognóstico para seguirmos a viagem! Daí seguiremos para Cabo Blanco ou diretamente para Puerto Deseado, dependerá diretamente das condições climáticas que teremos pela frente. Visto que Cabo Blanco oferece um péssimo fundeadouro.

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Em Puerto Deseado reabasteceremos o barco. Uma tarefa que deve ser feita de carro, visto que o pier não possui bombas de combustível para embarcações particulares. Somente para os navios de pesca.

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Lá pretendemos fazer alguns passeios pelo rio e explorarmos mais a belíssima Patagonia Argentina. Aqui será praticamente nosso último porto antes de nos aproximarmos do Cabo Horn e de vermos gelo. Então hora de relaxarmos o máximo que pudermos e curtir bastante a hospitalidade do povo do "SUR"!


Datas:

entrar em contato com This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

Valor:

3 x US$ 800


Inclui:

  • alimentação e pernoite a bordo
  • roupa de cama (lençol e travesseiro)
  • muito aprendizado (caso a pessoa esteja interessada em aprender a velejar e realizar travessias)
  • fortes emoções, com segurança

Não está incluído:

  • roupas de tempo / conjunto impermeável (bota, jardineira, jaqueta, luvas, gorros, etc).
  • equipamento de escalada e/ou acampamento
  • bicicleta no caso de irmos pedalar
  • alimentação fora da embarcação

Ver a lista completa de equipamentos, sugestões, formulário, apostilas, checklist e muito mais em nossa página criada especialmente para nossos tripulantes.


ISLA DE LOS ESTADOS

Travessia dos sonhos

Puerto Deseado - (Puerto Santa Cruz) - Isla de Los Estados - Estreito de Le Maire - Puerto Williams

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Se pudessemos escolher de todas as travessias que realizamos, poucas têm um gosto tão especial quanto essa. Zarpar de Puerto Deseado, um local conhecido pelos fortes ventos (acima dos 60 nós) e seguir a viagem na "incerteza" se seremos surpreendidos por uma forte frente fria pela frente (surpreendidos, pois nem sempre o prognóstico é absolutamente confiável), daí procuramos abrigo em Puerto Santa Cruz, um local onde sempre somos bem recebidos.

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A busca pela Isla de Los Estados é algo mágico, quando começamos a avistar seus picos nevados e vai se abrindo diante de nossos olhos o cenário da ilha, fica difícil de acreditar em tanta beleza. Depois ao chegarmos e fazermos as amarrações chega a tão esperada hora de "desbravarmos" suas terras, cachoeiras, mexilhões e sua energia.


ROTA:

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De Puerto Deseado desejamos seguir diretamente até Estados, contudo são mais cerca de 420 milhas náuticas pela frente, cerca de 4 dias em condições perfeitas. Mas devemos levar em consideração que a correnteza, ao nos aproximarmos de Estados, chega a mais de 6 nós contra e quando favorável não ultrapassa os 2 nós. Um grande desafio à navegação pela frente.

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Caso tenhamos que nos abrigar existe apenas Sán Juán, cerca de 60 milhas, e Puerto Santa Cruz a um pouco mais de 100 milhas e uma dura correnteza, bancos de areia, onde temos que tomar muito cuidado com a navegação.

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Em Estados fundearemos em Puerto Hoppner, um dos locais mais seguros que existem em todo o Extremo Sul. Fica dentro de duas pequenas ensedas, onde a entrada tem no máximo 7 metros de largura e passamos quase raspando nos mariscos (daí a necessidade de um casco reforçado e de aço!).

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Em Estados pretendemos permanecer cerca de 4 a 5 dias, a depender das condições climáticas e do prognóstico favorável para vencermos o Estreito de Le Maire (evitado até mesmo pelos veleiros da Volvo Ocean Race, devido a forte correnteza e as ondas que chegam a 10 metros quebrando). Por essas e outras que zarparemos apenas em condições favoráveis!

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Durante nossa estada em Estados, pretedemos fazer algumas incurções na ilha e até mesmo alguns acampamentos. Onde pretendemos conhecer a ilha, seus cumes, geleiras e cascatas de gelo.

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Depois seguiremos pelo Canal de Beagle até Puerto Williams, onde acontecerá o desembarque da nossa feliz tripulação.


Data e Valor: entrar em contato com This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.


 

Inclui:

  • alimentação e pernoite a bordo
  • roupa de cama (lençol e travesseiro)
  • muito aprendizado (caso a pessoa esteja interessada em aprender a velejar e realizar travessias)
  • fortes emoções, com segurança

Não está incluído:

  • roupas de tempo / conjunto impermeável (bota, jardineira, jaqueta, luvas, gorros, etc)
  • equipamento de escalada e/ou acampamento
  • bicicleta no caso de irmos pedalar
  • alimentação fora da embarcação

Cabo Horn

CONQUISTA DO EXTREMO SUL PELO MISTRALIS

DESAFIO MISTRALIS - CABO HORN

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Depois de participarmos de mais uma REFENO (7 vez), seguiremos direto para o Rio de Janeiro, onde faremos uma breve parada de reabastecimento, reparos (caso se faça necessário), matar a saudades da família e seguir em direção a mais um destemido e lindo projeto - A NOVA CONQUISTA DO EXTREMO SUL PELO MISTRALIS!

Serão diversas travessias com a oportunidade de participação daqueles que realmente queiram vivenciar as duras realidades dos mares do SUL (ondas grandes, frio, ventos tão fortes quanto de um furacão, cenários realmente indescritíveis e muito mais!).

Realizaremos as seguintes travessias:


DESCRIÇÃO:

Cabo Horn é o pedaço de terra mais mais meridional da América do Sul. Encontra-se situado na Isla de los Hornos, no arquipélago da Tierra del Fuego e pertence ao Chile.

Tem sua fama de "cemitério de embarcações", principalmente devido as embarcações que naufragaram tentando cruzar os oceanos Pacífico e Atlântico. O que estamos oferecendo é bem diferente dessa antiga realidade, pois zarparemos apenas com condições favoráveis a navegação e a travessia mais longa que realizaremos será de menos de 20 milhas nãuticas, na pior das condições 6 horas de navegação e sempre com terra ao visual.

Queremos fazer uma viagem que seja ao mesmo tempo emocionante, mas segura e prazerosa!

Cape Horn Beagle

Se continuarmos seguindo para o Sul só encontraremos terra na Antártica, mas isso somente depois de velejarmos pouco mais de 600 milhas náuticas (cerca de 7 dias com mares revoltos e nada amigáveis). Teremos que enfrentar o Estreito de Drake, passarmos por diversos icebergs e muitas tempestades. Mas quando chegamos a Antártica...ah...a imensidão branca se mostra, o coração dispara e esquecemos a fúria dos ventos a nossa popa!

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cabo horn 2018 monumento

A passagem pelo Cabo Horn tem um significado mítico para todos os verdadeiros velejadores, para aqueles que amam o mar, que gostam de desafios e querem alcançar o maior mérito que podem alcançar. A conquista do Horn é um marco na vida de qualquer velejador.

Muitos dizem que o Cabo Horn está para o velejador assim como o Everest para o alpinista, mas para o comandante do Mistralis é a realização de um sonho, a busca de lugares inóspitos e que podemos até mesmo considerar como desconhecidos, insólitos e de uma beleza insuperável.

A variação de cores, as mudanças repentinas do tempo, a beleza das geleiras, o barulho assustador de uma geleira descongelando e caindo blocos com dezenas de toneladas na água, os animais marinhos; esses e muitos outros são os motivos que levam nosso comandante a ir em busca do Horn.


 Citações de pessoas que venceram o Horn.

"É a ultima palavra no léxico dos velejadores. Ali a natureza dispôs provas e tribulações tão engenhosamente que, na linha de frente de todos os sinônimos da crueldade e da dureza do mar, encontra-se o nome do Cabo Horn. Os ventos de outras partes podem soprar com tanta força quanto ao sul 50 graus. Os mares de outras partes às vezes podem subir tão alto e quebrar com mesma violência. Podem existir lugares igualmente remotos e tão desoladamente solitários. As correntes de outras regiões podem ser igualmente adversas. Esses inimigos o marinheiro pode encontrar separadamente ou em pares aqui e ali, sim, encontrar e vencer, mas, no seu coração, ele se perguntará se poderia enfrentá-los todos combinados" Warwick C. Tomkins.

"Quão cheio de significado e ameaça é o som destas duas palavras: Cabo Horn! Que vasto e terrível cemitério de navegantes jaz sob aquele mar em eterna agitação! Existe algum marinheiro vivo que não teria feito a travessia do Horn em seu próprio barquinho em vez de qualquer outra viagem no mundo?" Vito Dumas.


Descrição:

O primeiro dia de embarque será realizado no Micalvi, um antigo navio da Marinha Chilena, atualmente utilizado como iate clube. Que comporta os mais bravos veleiros do Sul. Lá ministraremos aulas de segurança básica, mostraremos todos os detalhes do veleiro, que já terão sido passados online em formato de fotos e vídeos para todos os tripulantes e tiraremos todas as eventuais dúvidas. 


Travessia:

Puerto Williams - Puerto Toro - Isla Wollaston - Isla Hermite - Isla Hornos - Puerto Williams

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Recomendamos que todos cheguem a Puerto Williams uns 2 ou 3 dias de antecedência e curtam e relaxem no local que tem diversas opções.

Após uma minuciosa análise da previsão do tempo zarparemos de Puerto Williams e iremos nos despedir da "segurança" de terra firme indo em direção a Puerto Toro, caso o prognóstico esteja muito favorável, seguiremos diretamente para o primeiro fundeio em Wollaston.

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Faremos um verdadeiro "passeio" pelo Cabo Horn! Escrevo a palavra passeio entre aspas, pois muito se fala sobre as centenas de embarcações naufragadas e as inúmeras estórias que podemos ler. Existe essa lenda, sim! Existe também esse cemitério de embarcações, mas tudo isso pela enorme dificuldade de atravessarmos os oceanos (Pacífico e Atlântico). E a fama toda ficou somente com o último ponto de terra firme, a Isla de Los Hornos. Quando na verdade o verdadeiro cemitério encontra-se em uma região muito vasta, que abrange as centenas de embarcações cruzando a Passagem do Drake, esse sim o verdadeiro "demônio" dos mares!

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Data: Favor verificar nosso cronograma.

Valor: US$ 3.000


Detalhes Específicos:

Como chegar em Puerto Williams (clique e saiba como)

O mapa abaixo mostra as possibilidades de chegada em Puerto Williams saindo de Punta Arenas (avião ou ferry) ou de Ushuaia (de embarcação)

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Distâncias e Duração (estimadas):

 

Puerto Williams - Puerto Toro: 28,9 NM - 8 horas - fundeio previsto

- Caso haja necessidade permaneceremos e esperaremos por boas condições. Do contrário, seguiremos direto até Scourfield.

 

Puerto Toro - Bahía Scourfield: 43 NM - 12 horas - fundeio e descanso

 

PASSEANDO PELO HORN

 

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Bahía Scourfield - Caleta Martial: 5,8 NM - 2 horas - fundeio, trekking e descanso

Caleta Martial - Isla Maxwell: 10,4 NM - 4 horas - fundeio, trekking e descanso

 

CABO HORN

 

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Isla Maxwell - (Desembarque Isla Hornos) - Puerto Toro: 76,2 NM - 20 horas - navegação, possível fundeio na Isla Hornos e descanso em Puerto Toro

Puerto Toro - Puerto Williams:28,9 NM - 8 horas - desembarque


Inclui:

  • alimentação e pernoite a bordo

  • muito aprendizado (caso a pessoa esteja interessada em aprender a velejar e realizar travessias)

Não está incluído:

  • roupas de tempo / conjunto impermeável (bota, jardineira, jaqueta, luvas, gorros, etc).

  • equipamento de escalada e/ou acampamento

  • bicicleta nocaso de irmos pedalar

  • alimentação fora da embarcação


Ver a lista completa de equipamentos, sugestões, formulário, apostilas, checklist e muito mais em nossa página criada especialmente para nossos tripulantes.


ATENÇÃO!!!

Para realizar as travessias é OBRIGATÓRIO a participação em um de nossos cursos de vela oceânica.

Os motivos são simples:

- sua vida estará em jogo durante as travessias e precisamos nos conhecer antes de embarcarmos juntos, basta pesquisar o histórico das mais importantes participações da vela oceânica e você mesmo descobrirá os motivos (MOB na Clipper Around the World e na Volvo Ocean Race), peço desculpas, mas estamos no mercado de travessias desde 2004 e NUNCA tivemos um acidente com tripulantes a bordo;

- importante que saiba como é nosso estilo de realizar as travessias e não apenas ler ou dizer que leu as informações contidas no site;

-durante o curso saberemos se haverá afinidade para ficarmos num ambiente que para muitos pode ser tido como confinado e sabermos como iremos nos entrossar durante os dias a bordo.


ANTÁRTICA - FOTOGRAFANDO

EXPEDIÇÃO VELEJANDO, FOTOGRAFANDO E EXPLORANDO A ANTARTICA

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Único veleiro brasileiro a oferecer a você a oportunidade de conhecer e explorar a Antártica!!!


Dia 1 - reconhecimento da tripulação e do veleiro

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Nosso ponto de encontro será em Puerto Williams (saiba como chegar). Onde faremos uma boa apresentação do veleiro Mistralis (conheça o veleiro e seu comandante Felipe Caire no nosso canal do Youtube), explicaremos mais detalhes da vida a bordo e esperaremos por uma janela favorável ou zarparemos no mesmo dia (em caso de condições favoráveis).

Caso alguém queira chegar antes da data de partida, favor nos avisar.

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 Dia 2 - 9 - Travessia do Drake

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Esse será o momento da desafiadora travessia da Passagem do Drake que leva em média 7 dias desde Puerto Williams.


 Dia 10 - Chegada na Ilha Deception

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Nossa parada "estratégica" em Deception faz-se por ser o local mais próximo de Puerto Williams e por possuir águas relativamente abrigadas e livres de gelo. Um ótimo local para nos aclimatarmos e já podermos curtir a região.

Além de proporcionar o único banho "quente" de toda nossa viagem. Onde poderemos desfrutar de um banho com as águas quentes vindas de um "vulcão".

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Em Deception pretendemos ficar cerca de 2 dias, a depender das condições climáticas. Antes de nos despedirmos do Arquipélago das Shetland do Sul, onde estaremos fundeados e caso as condições do mar permitam, faremos uma visita a uma das maiores colônias de pinguins de Chinstrap da Antártica.


 

Dia 11 - 20 - Explorando e Fotogrando a Antártica

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Zarparemos de madrugada ou logo que abrir uma breve janela para o sul em direção ao Estreito de Gerlache, muitas vezes essa travessia que acontece por mar aberto é realizada com o auxílio do motor e enfrentamos fortes ondas de proa, mas o trecho é relativamente curto, cerca de 12 horas de navegação. Nada se compararmos ao desafio do Drake!

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Agora estaremos entre a Ilha Anvers e a Ilha Weincke, mais precisamente dentro do Canal de Neumayer. Aqui faremos outro fundeio, para a tripulação poder descansar e, possivelmente, desembarcar em Port Lockroy. Que tornou-se o centro de visitantes para os navios de cruzeiro que chegam na região. Apesar de tanto turismo, esperemos não encontrá-los durante nossa estada!, vale a pena o desembarque na ilha e comprarmos algumas lembrancinhas do último "shopping" no fim do mundo. Antigamente era uma base da British Antarctic Survey, atualmente é um centro de informações e o British Post Office.

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A base foi declarada Antarctic Treaty System. A base foi construída ao lado de uma colônia de pinguins Gentoo e o ser humano ainda continua sendo apenas um convidado, não muito desejado por lá!

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Depois desse breve descanso e nosso último contato com os seres humanos voltaremos ao nosso isolamento e a imensidão do Continente Branco. De agora em diante as baleias Humpback estarão em abundância, então não se assuste se for acordado com um jato d'água na cara! As focas leopardo também estarão bem ativas pela região, agora cada vez mais a vida marinha surgirá a nossa vista. Prepare-se para o encanto das belezas antárticas e pelo frio congelante da região.


Cerca de 24-36 horas de navegação a vela-motor chegaremos ao Canal de Le Maire, uma passagem estreita e cheia de gelo. Algumas vezes esse canal encontra-se fechado e temos que dar a volta pelo mar de fora, outras encontra-se quase sem gelo. Fatores esses que fogem a nossa previsão. Muito antes de nos aproximarmos avistaremos os picos das altas montanhas da Ilha Booth.

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Preparem suas câmeras! Pois agora estaremos no local mais cênico de toda a viagem, conhecido como “Kodak Valley!”.


Poderemos passar o dia no Estreito Penola, com uma provisória ancoragem na Ilha Hovgaard, vizinha a Ilha Pleneau. Um ótimo local para uma caminhada em terra firme e conhecermos a colônia de elefantes marinho dessa região. Passaremos a noite na Ilha Booth com o barco literalmente amarrado nas pedras, já que pretendemos ter uma noite tranquila de sono para a travessia que nos espera no dia seguinte e também para podermos curtir a noite polar, tiramos boas fotos, bebermos um belo vinho e também nos aquecermos no interior do Mistralis. As mais diversas opções, para os mais variados gostos!

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Agora faremos uma possível navegação de 3 dias pelo Grandidier Channel e possivelmente o Crystal Sound. Como a camada de gelo é imprevisível, talvez tenhamos que avançar e regressar para sairmos por mar aberto através das Ilhas Pitt. É sensacional ver as "ondas de icebergs" se destruindo, com o levantar e abaixar deles, o som se propaga a distâncias assustadoras. Daí o nome da baía: Crystal Sound, tanto por causa do reflexo da luz, quanto pelo estrondo dos icebergs destruídos pela compressão.

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De agora em diantes estaremos em busca dos melhores caminhos pelo mar de gelo que temos pela frente e simplesmente navegando no melhor estilo: buscando novos caminhos e explorando o continente como se fosse a primeira vez!

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Basicamente esse é o nosso roteiro pretendido, mas não significa, em hipótese alguma, que iremos nos prender a ele. Caso as condições climáticas, que afetam em muito a nossa segurança, estejam desfavoráveis iremos procurar outros lugareis com atracações favoráveis para podermos aproveitar e desfrutarmos das belezas do continente gelado.


Dia 20 - 28 - regresso

Agora é a hora de enfrentarmos o Drake novamente e deixar todos nossos tripulantes em segurança no Ushuaia ou Puerto Williams, dependerá diretamente das condições climáticas que estivermos enfrentando.


Líder da Expedição:

Felipe Caire

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Velejador há mais de 35 anos, foi laureado em competições nacionais e internacionais. Mas deixou o lado competitivo da vela oceânica para se dedicar aos treinamentos empresarias a partir de 2001. Quando criou a empresa Mistralis, tanto para fomentar a vela oceânica através de atividades experienciais, quanto para divulgar a vela oceânica através de atividades educacionais e socioambientais pela costa brasileira. Em 2012/13 fez o Desafio Mistralis - Cabo Horn, sendo o primeiro veleiro-escola a cruzar o mítido cabo. O que gerou um documentário no Canal OFF, como pode ser visto no final desse site. Como velejador possui mais de 150 mil milhas náuticas percorridas e mais de mil tripulantes já participaram de seus cursos de vela e travessias oceânicas.

Saiba mais sobre Felipe Caire.


Detalhes:

  • Todos devem trazer suas roupas de tempo, sacos de dormir e roupa de cama.
  • Oferemos a bordo o máximo de alimentos frescos. A alimentação é simples e sem frescuras. Basicamente a base de carboidratos (macarrão), arroz, feijão, leite, pão, etc.
  • As camas são simples e sem frescuras. Parecidas com as utilizadas pelos veleiros da Volvo Ocean Race. Não oferecemos cabines individuais. Nosso objetivo é que todos interajam durante a viagem.
  • Não é necessário saber velejar, mas recomendamos que todos façam pelo menos um curso de vela conosco. A fim de nos conhecer e interagir um pouquinho antes da viagem.
  • Caso tenha qualquer dúvida, por mais simples que seja, pedimos que nos envie um This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it..

Data: entre em contato com nosso comandante (This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.).

Valor: US$ 8.000


 

antartica 00001Para fazer parte da nossa tripulação, por favor não deixe de ler todos os documentos, regras e conselhos que publicamos nessa página.

ANTÁRTICA - ESCALANDO MOUNT FRANÇAIS

EXPEDIÇÃO VELEJANDO E ESCALANDO NA ANTÁRTICA

hiking glacier

A Mistralis oferece a você que gosta de fortes emoções, procura por lugares inóspitos e quer conhecer um pouquinho da Antártica!


Dia 1 - reconhecimento da tripulação e do veleiro

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Nosso ponto de encontro será Puerto Williams. Onde faremos uma boa apresentação do veleiro Mistralis, explicaremos mais detalhes da vida a bordo e esperaremos por uma janela favorável ou zarparemos no mesmo dia.

Caso alguém queira chegar antes da data de partida, favor nos avisar. Lembrando sempre que aconselhamos os dias que antecedem a partida o pernoite em terra firme.

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Dia 2 - 9 - Travessia do Drake

Esse será o momento da desafiadora travessia da Passagem do Drake que leva em média 7 dias desde Puerto Williams.

Dia 10 - chegada na Ilha Anvers

Mount Français - Velejando

Optamos por navegar diretamente para Anvers, pois o principal objetivo dessa Expedição é a tentativa do cume do Mount Français. Caso a travessia tenha sido muito dura e as condições não estejam favoráveis para a escalada, permaneceremos a bordo visitando a região e esperando a hora do ataque ao cume.

Dia 11 - 17 - Escalada

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Após desembarcarmos todos os exploradores na Ilha Anvers, o veleiro ficará ancorado no local mais seguro esperando a chegada dos que ficaram na Anvers. A bordo teremos um tripulante experiente que ficará nos monitorando e fornecendo todo o apoio possível.

Pretendemos realizar a escalada com seis participante, o comandante Felipe Caire e o alpinista Thomaz Brandolin.

Saiba um pouco mais sobre a história das escaladas do Mount Français e nesse texto você poderá ter uma ideia do que nos espera.

OBS: a estadia máxima na Anvers será de 6 dias completos. Se no quarto dia de montanha, não tivermos chegado ao cume, retornaremos ao veleiro Mistralis e ficaremos passeando pela região.

Dia 17 - 20 - navegando pela região Antártica

Seguiremos os próximos dias navegando pelos lugares que estiverem mais favoráveis à navegação. Aqui fizemos questão de não "engessarmos" a travessia e sim buscarmos sempre os lugares mais bonitos e seguros.

Dia 20 - 28 - regresso

Agora é a hora de enfrentarmos o Drake novamente e deixar todos nossos tripulantes em segurança em Puerto Williams.

OBS: não pretenemos de forma alguma chegarmos após o dia 3 de março de 2017, faremos o máximo para regressarmos antes.


Líder da Expedição:

Felipe Caire

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Velejador há mais de 35 anos, foi laureado em competições nacionais e internacionais. Mas deixou o lado competitivo da vela oceânica para se dedicar aos treinamentos empresarias a partir de 2001. Quando criou a empresa Mistralis, tanto para fomentar a vela oceânica através de atividades experienciais, quanto para divulgar a vela oceânica através de atividades educacionais e socioambientais pela costa brasileira. Em 2012/13 fez o Desafio Mistralis - Cabo Horn, sendo o primeiro veleiro-escola a cruzar o mítido cabo. O que gerou um documentário no Canal OFF, como pode ser visto no final desse site. Como velejador possui mais de 150 mil milhas náuticas percorridas e mais de mil tripulantes já participaram de seus cursos de vela e travessias oceânicas.


Detalhes:

Recomendamos que todos cheguem um 1 dia antes da data prevista de nossa partida, para que possam se aclimatar ao frio e conhecer um pouco mais o veleiro e seus companheiros de expedição.

Após analisarmos a previsão do tempo zarparemos em direção ao Cabo Horn para então atravessarmos a Passagem de Drake, cerca de 600 milhas náuticas e 6 dias até nosso próximo destino: Ilha Anvers, onde partiremos para a tentativa de cume do Mount Français.


Detalhes:

  • Oferecemos a bordo o máximo de alimentos frescos. A alimentação é simples e sem frescuras. Basicamente a base de carboidratos (macarrão), arroz, feijão, leite, pão, etc.

  • As camas são simples e sem luxo. Parecidas com as utilizadas pelos veleiros da Volvo Ocean Race, ou seja, estilo macas. Onde o tripulante estará seguro o suficiente para não cair da cama com as ondas e as manobras do veleiro. Não oferecemos cabines individuais. Nosso objetivo é que todos interajam durante a viagem.

  • Não é necessário saber velejar, mas recomendamos que todos façam pelo menos um curso de vela conosco. Para que possamos nos conhecer e interagir um pouquinho antes da viagem.

  • Caso tenha qualquer dúvida, por mais simples que seja, pedimos que nos envie um This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it..

O que não está incluído:

  • Roupas de tempo (usadas durante as travessias)

  • Roupas para o gelo

  • Sacos de dormir

  • Material de escalada e barracas

  • Seguro pessoal e resgate

  • Barraca

  • Snowshoes
  • Piquetas
  • Crampon
  • Mosquetões
  • Cordas
  • Colchonetes

OBS: não deixe de ver o checklist para os alpinistas e todos os documentos necessários para a viagem.


Data: entrar em contato

Valor: US$ 9.000

Forma de pagamento a combinar.

 

Esteja ciente da nossa política de cancelamento.

 

Para fazer parte da nossa tripulação, por favor não deixe de ler todos os documentos, regras e conselhos que publicamos nesse link:

http://www.mistralis.com/cabohorn/index.php/87-travessias-extremas1/224-tripulantes-desafios-mistralis.html


ATENÇÃO!!!

Para realizar as travessias é OBRIGATÓRIO a participação em um de nossos cursos de vela oceânica.

Os motivos são simples:

- sua vida estará em jogo durante as travessias e precisamos nos conhecer antes de embarcarmos juntos, basta pesquisar o histórico das mais importantes participações da vela oceânica e você mesmo descobrirá os motivos (MOB na Clipper Around the World e na Volvo Ocean Race), peço desculpas, mas estamos no mercado de travessias desde 2004 e NUNCA tivemos um acidente com tripulantes a bordo;

- importante que saiba como é nosso estilo de realizar as travessias e não apenas ler ou dizer que leu as informações contidas no site;

-durante o curso saberemos se haverá afinidade para ficarmos num ambiente que para muitos pode ser tido como confinado e sabermos como iremos nos entrossar durante os dias a bordo.


GEORGIA DO SUL - NOS PASSOS DE SHACKLETON

Desafio Geórgia do Sul

Nos passos de Shackleton

Georgia do Sul - Velejando

Faça parte da expedição brasileira a realizar os CAMINHOS DE SHACKLETON na Geórgia do Sul!

Pedimos que aqueles que queiram participar tenham um bom condicionamento físico e experiência em acampamento na neve.

Parte do charme da viagem é o que vem depois: um tour pelos outros cantos da ilha com o veleiro, incluindo os rochedos da King Penguin na Enseada Gold e a planície Salisbury, onde vivem milhares de animais, incluindo pinguins, elefantes marinhos e focas, que vivem em total e ruidosa harmonia (ou desarmonia rsrs), sem qualquer interferência humana. Além de sítios históricos (antigas estações baleeiras) e o belíssimo Fiorde Drygalski.

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TRAVESSIA SHACKLETON – GEÓRGIA DO SUL

COMO É A TRAVESSIA

A travessia começa com um trajeto de bote do veleiro até o Campo Peggotty (em homenagem à casa-barco da obra de Dickens), onde o barco de Shackleton aportou, no fundo da Baía Rei Haakon, ladeada ao norte e ao sul por montanhas abruptas cercadas de geleiras. Dali o trajeto percorre pouco mais de 1 km pela praia até começar a subir em direção a uma pequena sela que separa a Baía Haakon da Baia Possession, chamada  Shackleton Gap. Mas o percurso não chega na sela. Pouco antes vira para sudeste para atravessar o Campo de Neve Murray, que sobe suave a 1070 metros, até a Aresta Trident, descrita por Shackleton como uma barreira de 5 penhascos rochosos que lembram os dedos da mão, por onde passa o caminho. A maioria das expedições acampa pouco antes de atravessar essa aresta, já a 12,8 km da Baía Haakon.

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Da Baia Haakon a Stromness a travessia de 3 a 5 dias passa por um lindo e intocado relevo alpino. Boa parte da caminhada se dá em campos de neve e geleiras, sem grandes dificuldades técnicas, e termina numa longa praia. O ponto mais alto do trajeto é a aresta Trident, que chega a 1200 metros de altitude. A caminhada pode ser feita com raquetes de neve ou esquis com ”pele de foca” acoplada, uma vez que em nenhum momento há inclinações para se descer esquiando (a mesmo que se procure).  Apesar de pouco risco de gretas, a caminhada pela geleira requer que todos caminhem conectados por cordas.

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Shackleton escreveu que atravessou a Trident pelo colo na extrema esquerda, mas hoje em dia as equipes utilizam o terceiro colo a partir da esquerda, o mais baixo dos quatro e considerado o mais fácil. No passo tem-se uma impressionante visão da geleira Crean, da Baía Antartica e, mais ao longe,  do oceano austral. O trajeto desce uns 300 metros até a geleira Crean - uma região geralmente varrida por fortes ventos -  que é atravessada por alguns quilômetros até perto do que Shackleton chamou de Great Nunatak, uma gigantesco pontão de rocha que se sobressai da geleira. Ali devemos montar nosso segundo acampamento, a 15 km da aresta Trident.

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No terceiro dia é feita a travessia do Great Nunatak até a Baía Fortuna, cruzando toda a longa extensão da geleira Fortuna.  Alguns quilômetros depois do nunatak vê-se os destroços de um helicóptero inglês que caiu durante a guerra das Malvinas. A praia da Baía Fortuna – onde geralmente se monta o terceiro acampamento, está a 11 km do Great Nunatak.

O trajeto segue então até a parte mais profunda da Baía, atravessa pela água (pode chegar na altura da cintura) um riacho que desce da geleira Konig, e sobe uma suave rampa de neve até a sela que separa a Baía Fortuna da Baía Stromness – que já pode ser avistada.

O trajeto a partir daqui é uma linha reta. Foi nesse trecho que Shackleton e seus dois companheiros, já quase no inverno  – e exaustos para pensar numa solução melhor - fizeram um rapel de 5 metros para descer uma cachoeira. Hoje o trajeto faz um desvio fácil e chega na praia da Baía. Meia hora de caminhada já leva à antiga estação, 6 km desde o último acampamento.

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Se hoje a estação está há muito abandonada, o que lhe dá um certo aspecto de “campo de concentração”, em 1916 ela significava a “civilização”!! Foi ali que os 3 britânicos terminaram (depois de 36 horas quase ininterruptas) talvez a mais intensa luta pela vida jamais documentada.

A residência do chefe da estação foi restaurada, como que para preservar a porta na qual Shackleton bateu perguntando pelo Mr. Sorlle: “Você me conhece? Meu nome é Shackleton!”


Descrição:

Dia 1-9 – Travessia Puerto Williams – South Georgia

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Zarparemos (acho que é set sail) de Puerto Williams e seguiremos diretamente até a South Georgia, que encontra-se a cerca de 1070 milhas nauticas (cerca de 8 dias de viagem).

Dia 10-16 – Nos caminhos de Shackleton

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Desembarcaremos nosso grupo de alpinistas e exploradores na ilha, como descrito acima. Agora a expedição se divide em duas: uma a bordo do veleiro e outra em terra firme.

Dia 17 – Encontro de toda a equipe

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Depois que nossos bravos exploradores chegarem na antiga base baleeira e tiverem realizado o merecido descanso, seguiremos nossa navegação para o Rio de Janeiro.

Dia 18 – 28 – Retorno para o Rio de Janeiro

Agora vem a longa e emocionante travessia para o Rio de Janeiro. Após diversos cálculos achamos que o mais viável, logística e economicamente falando, seria voltamos diretamente para o Rio de Janeiro. Uma forma de encurtarmos a viagem e trazermos todos nossos tripulantes com segurança para seus lares!


Entre no link abaixo e saiba o que recomendamos para todos os tripulantes:

http://www.mistralis.com/cabohorn/index.php/desafios-mistralis/tripulantes.html

Por favor envie e-mail para This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. e tire todas suas dúvidas.

Valor: US$ 11.000

Serão aceitos apenas 4 tripulantes com experiência em escalada na neve.


Aqui vale um pequeno adendo. Escolhemos o Rio de Janeiro como porto de chegada pelo seu local estratégico para finalizar, tanto nossa volta ao mundo, quanto nossa chegada da Geórgia. Pois as correntezas e os ventos nos são mais favoráveis para lá.

Para um leigo que for ver o mapa poderá nos perguntar porque não desembarcamos todos na Argentina ou em Florianópolis. Em Mar de Plata, porto argentino mais próximo, teríamos que navegar cerca de 1450 milhas náuticas e as condições de navegação de leste para oeste não são muito favoráveis. Já o porto de Florianópolis teríamos cerca de 1650 milhas náuticas, ganharíamos 1 ou 2 dias, o que seria perdido na aproximação e na logística da aproximação. Além das complicações de navegarmos de leste para oeste. Já o porto do Rio de Janeiro, lembre-se que nosso planeta é redondo!, oferece uma navegação quase em linha reta da Geórgia e sempre com ventos favoráveis. Caso queira saber mais detalhes sobre nossa navegação, será um prazer para nosso comandante Felipe Caire explicar para você a bordo de nosso querido veleiro Mistralis.

Faça parte dessa histórica viagem do Mistralis e sinta as emoções de “conquistar” e vivenciar a história que marcou a forma de liderarmos nossas equipes.


HISTÓRIA, por Thomaz Brandolin

Quando li pela primeira vez o livro “A Incrível Viagem de Shackleton”, de Alfred Lansing, em 1992, foi um choque! Eu não consegui largar o livro de 280 páginas enquanto não terminei de ler!

Esse é o primeiro relato moderno de épica viagem à Antártica – uma das últimas da época heroica - daquele que se tornou um dos mais famosos exploradores de todos os tempos, e exemplo “clássico” de liderança em palestras pelo mundo afora.

Os britânicos tinham perdido a “corrida” pela conquista do Polo Sul para os noruegueses poucos anos antes, então Ernest Shackleton decidiu tentar uma das últimas conquistam que ainda restavam para os exploradores:  a primeira travessia a pé de toda a Antartica, passando pelo Polo Sul.

Reuniu seus homens no Endurance e em 1914 partiu para o Atlântico Sul. Mas eles nunca chegaram na Antartica. No início de janeiro de 1915 o navio foi aprisionado pelo gelo perto da costa, praticamente condenando  à morte seus homens. Depois de percorrer centenas de quilômetros à deriva para o norte, pelo Mar de Weddell, o navio acabou sendo esmagado pelo gelo e, um mês depois – em novembro daquele ano -  afundou, deixando sua tripulação de 28 homens à deriva em cima do gelo por mais 5 meses. Depois de percorrer outras centenas de quilômetros pelo gelo, finalmente em abril de 1916 conseguiram colocar os escalares no mar e alcançaram a remota Ilha Elefante.

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Alguns dias depois, Shackleton e mais 5 homens partiram no pequeno (22 pés)  James Caird para uma dura e arriscada viagem de 16 dias e 1300 km, numa tentativa desesperada de chegar na inóspita ilha Georgia do Sul, e organizar um resgate dos demais. Graças à brilhante navegação de Frank Worsley, chegaram nessa ilha então inexplorada, com 30 km de extensão, coberta de geleiras e montanhas com quase 3 mil metros de altitude.

Mas eles chegaram no lado “errado” da ilha. Então, 3 deles (Shackleton, Tom Crean e Frank Worsley),  sem qualquer experiência, equipamentos ou vestimentas de escalada,  tiveram que fazer a travessia por geleiras e montanhas até a estação baleeira norueguesa Stromness do outro lado da ilha.

Quando o explorador – absolutamente esgotado, sem banho havia dois anos, com o rosto enegrecido, os cabelos compridos e endurecidos pelo sal, e com as roupas imundas e em frangalhos - finalmente bateu na porta do chefe a estação e se apresentou, o homem caiu em prantos. Tinha certeza que Shackleton e seus homens estavam mortos.

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O fato é que essa histórica travessia, de 45 km, que não foi feita por esporte, mas pela vida de 28 homens, tornou-se um dos trekkings mais clássicos e cobiçados do mundo.

Mas não é para qualquer um! A remota Georgia do Sul está tão isolada que são ... dias de veleiro sem escala até sua costa. E é essa oportunidade que estamos oferecendo agora no mercado brasileiro: - a viagem de veleiro até a ilha e o apoio logístico e de um guia de montanha profissional para esta histórica travessia!

Além da possibilidade de se avistar pinguins, focas, baleias, albatrozes e icebergs e, claro, o local onde Shackleton está enterrado, teremos o veleiro pronto para eventuais resgates em caso de qualquer imprevisto.

Tripulantes Travessias

tripulantes

Esses documentos foram criados com o intuito de facilitar nosso convívio a bordo e proporcionar uma travessia mais tranqüila para todos.

Forms-Icon

Forms-Icon

Formulário de contato: TRAVESSIAS OCEÂNICAS Formulário de contato: DESAFIOS E TRAVESSIAS EXTREMAS

checklist

weather suit

Checklist Recomendações de roupa de tempo


termo-peq

 travessia

Termo de responsabilidade

Regras de convivência


termo-peq

 travessia

Cardioversão, Desfibrilação e Uso do DEA
Sobre o uso de desfibrilador

International Trauma Life Support for Emergency Care

À Mistralis cabe o direito de adiar, cancelar ou modificar o evento, pormotivos de força maior ou causas fortuitas, condições climáticas e para preservar a segurança da tripulação.
Sendo que todo o capital investido será transformado em crédito para futuras atividades (cursos, travessias ou charters).

força maior

Política de cancelamento para travessias:até 90 dias devolução de 100%. Do 89 ao 61 devolução de 50%. Do 60 ao 31 devolução de 25%. Após o 30 dia sem devolução.A data a ser utilizada como base de cálculo para o cancelamento acontece no dia da primeira travessia do veleiro. Fique atento e nos avise o quanto antes. A travessia poderá ser remarcada até o período de 1 ano a contar da data da travessia marcada. Após 1 ano não será mais possível a remarcação.

As datas poderão ser alteradas a qualquer momento de acordo com as condições climáticas, assim como os locais de parada e/ou desembarque por motivos de força maior, casos fortuitos ou para a segurança da tripulação.
Não realizamos em hipótese alguma desembarques a noite. Por isso caso cheguemos em algum porto a noite, todos terão que esperar amanhecer para que o desembarque seja realizado. Isso é uma medida de segurança e obrigatória.

attention 

Política de cancelamento para travessias.

A travessia poderá ser remarcada até o período de 1 ano a contar da data da travessia.

Após 1 ano não será mais possível a remarcação.

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Tripulantes Desafios Mistralis

tripulantes extremo

Esses documentos foram criados com o intuito de facilitar nosso convívio a bordo e proporcionar uma travessia mais tranqüila para todos.

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Comunnications Agreement Formulário de contato: DESAFIOS E TRAVESSIAS EXTREMAS

checklist

weather suit

Checklist Recomendações de roupa de tempo


termo-peq

 travessia

Termo de responsabilidade

Regras de convivência


termo-peq

 travessia

Cardioversão, Desfibrilação e Uso do DEA
Sobre o uso de desfibrilador

International Trauma Life Support for Emergency Care

ATENÇÃO ALPINISTAS!

travessia

Não está incluso em nossas viagens:

- barracas

- snowshoes

- piquetas (Ice Axe)

- crampon

- mosquetões

- sacos de dormir

- cordas

- colchonetes

Por favor entre em contato com This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. para tirar todas suas dúvidas antes do embarque.

Checklist Alpinistas

À Mistralis cabe o direito de adiar, cancelar ou modificar o evento, por motivos de força maior ou causas fortuitas, condições climáticas e para preservar a segurança da tripulação.
Sendo que todo o capital investido será transformado em crédito para futuras atividades (cursos, travessias ou charters).

força maior

Política de cancelamento para travessias:até 90 dias devolução de 100%. Do 89 ao 61 devolução de 50%. Do 60 ao 31 devolução de 25%. Após o 30 dia sem devolução.A data a ser utilizada como base de cálculo para o cancelamento acontece no dia da primeira travessia do veleiro. Fique atento e nos avise o quanto antes. A travessia poderá ser remarcada até o período de 1 ano a contar da data da travessia marcada. Após 1 ano não será mais possível a remarcação.

As datas poderão ser alteradas a qualquer momento de acordo com as condições climáticas, assim como os locais de parada e/ou desembarque por motivos de força maior, casos fortuitos ou para a segurança da tripulação.
Não realizamos em hipótese alguma desembarques a noite. Por isso caso cheguemos em algum porto a noite, todos terão que esperar amanhecer para que o desembarque seja realizado. Isso é uma medida de segurança e obrigatória.

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Política de cancelamento para travessias.

A travessia poderá ser remarcada até o período de 1 ano a contar da data da travessia.

Após 1 ano não será mais possível a remarcação.

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Floripa - Malvinas / Falklands - Is de los Estados - Cabo Horn - P. Williams

TRAVESSIA SUPER EXTREMA

Um breve adendo:

Essa travessia aconselhamos única e exclusivamente para aqueles que já tenham velejado bastante com o nosso comandante Felipe A. Caire e tenham um ótimo relacionamento com ele. Por isso, se você for mesmo embarcar nessa travessia, saiba que estará isolado do mundo e que irá realizar uma experiência espiritual muito profunda na sua vida.

Os benefícios e o amadurecimento interno serão inimagináveis, mas os momentos de sofrimento para que esse engrandecimento aconteça se farão necessários. Como diria Nietzsche: "é somente da dor que vem o verdadeiro aprendizado". Mas nesse caso, teremos o benefício de estarmos cercados de maravilhas naturais e estarmos enfrentando desafios e nos superando a cada dia.

Realmente é uma experiência única que todos os seres humanos deveriam um dia experienciar e para que possam entender os verdadeiros significados da importância da nossa passagem nesse pequeno planeta que residimos.

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A TRAVESSIA:

Saindo de Floripa, seguiremos costeando e enfrentando nosso primeiro desafio. Aclimatizarmos com os balanços da chata saída Sul de Florianópolis.

Costearemos até o Farol de Santa Marta e de lá diremos nosso adeus ao querido Brasil.

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Só voltaremos a rever o Brasil muitos meses depois, e depois de termos realizados muitos sonhos, muitos desafios e percorridas muitas milhas!

Do Cabo de Santa Marta até as Malvinas teremos muitos dias de navegação e um jogo de incertezas com a Natureza

Por já estar próximos ao verão as chances de pegarmos uma frente fria é pequena. Mas no mar tudo pode acontecer!


Caso sejamos surpreendidos por uma frente fria de cara e estivermos muito afastados da costa (o que será mais do que provável), abaixaremos as velas e escolheremos um bom livro, faremos uma bela faxina e nos recomporemos dos dias de navegação.

Pois somente os tolos e os novatos tem a sanidade maculada para tentarem vencer as forças da Natureza. Dessa forma estaremos em árvore seca, com todas velas abaixadas e esperando o tempo mudar.

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 A chegada nas Malvinas requer muito cuidado, pois as tide rips (correntes de maré) podem causar ondas abruptas e com cristas severas. Mas nada que um bom estudo na navegação e na hora certa de investir não minimize esses riscos.

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Nas Malvinas, desejamos permanecer no mínimo 10 dias e conhecermos bem a região que merece nosso respeito e admiração.

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Mistralis em New Island


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Nosso comandante, Felipe Caire, "conversando" com os pinguins.


 De lá seguiremos para outra ilha maravilhosa e onde começa a ficar cada vez mais perigosa nossa navegação: Isla de Los Estados. Que mais parece um cenário de Jurassic Park!

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Chegando na Isla de Los Estados


 

isla001Uma ilha com seus altos picos nevados, com lagos semicongelados, baías profundas e uma vegetação de um verde maravilhoso.

Impossível descrever a beleza desse paraíso.

Depois seguiremos para nosso querido e amado porto seguro em Puerto Williams, no Micalvi.


 Detalhes específicos da navegação, da tripulação e do desafio em si:

A saída de Florianópolis é fundamental que aconteça em perfeita sintonia com as condições climáticas e com a saúde física e mental da tripulação. Todos precisam estar tranquilos e cientes de que pela frente teremos 1516 milhas náuticas e nenhuma possibilidade de parada em terra firme. Nenhuma ajuda de terra. A cama irá balançar 24 horas por dia. Alguns dias será impossível cozinhar. Outros dias a calmaria será de matar. E todos os mais de 10 dias que iremos viver confinados a bordo teremos que nos aturar. Teremos que saber lidar com nossas limitações. Saber respeitar os limites dos outros. Saber respeitar o silêncio. O espaço interior e exterior necessário para a sobrevivência nesse universo tão particular.

Sempre digo que não é necessário saber velejar para embarcar em nossas travessias extremas, mas sim saber se comportar como um ser humano de verdade. Um ser humano voltado as coisas primárias de nossa existência e não dependente dos artifícios da tecnologia moderna. Uma pessoa simples que saiba respeitar os limites, que queira realmente aprender, que queira de corpo, espírito, alma e coração estar ali. Saber velejar?! Não se preocupe, certamente você saira sabendo ao decorrer da viagem. Mas isso não é mesmo o mais importante. Basta querer estar ali!

Depois de decidida a data de saída teremos 3 complicados dias de navegação pela frente até nos afastarmos da costa do Rio Grande do Sul, onde ainda estaremos relativamente próximos à costa.

Nossa rota será sempre nos afastarmos cada vez mais e com isso ficarmos seguros dos barcos de pesca. Teremos mais tempo para dormir com calma e mais tranquilidade em nossas vigilias.

A medida que os dias forem se passando, que as os graus forem aumentando...consequentemente o frio também irá aumentando e teremos que ir nos encapotando. Nossas roupas irão engrossando. Iremos nos adaptar aos poucos a um clima cada vez mais frio, a um mar cada vez mais grosso, a ondas mais soturnas e a solidão surgindo aos poucos.

Mas em breve as Falklands / Malvinas estará em nosso GPS e já poderemos comemorar os inesquecíveis dias que iremos viver por lá. Lá pretendemos curtir realmente a ilha. Pedalar. Caminhar. Mergulhar. Deixar o tempo passar e realmente curtir o sacrifício da viagem.

Aproveitar a vida em contato direto com a Natureza e vivermos. Fundearmos em vários lugares diferentes e nos sentirmos como descobridores de um lugar inóspito e maravilhoso.

Depois de uns 10 ou mais dias teremos pela frente 250 duras milhas de navegação até alcançarmos a Isla de Los Estados e fudearmos em Puerto Hoppner. Onde amarraremos o barco nas árvores e nas pedras, logo em seguida cataremos os deliciosos mexilhões, iremos nos empanturar de tanto comer e celebrarmos com belas garrafas de vinho e depois um merecido e tranquilo descanso. Para então curtirmos com tranquilidade e calma uma ilha perdida nos confins do Fim do Mundo. Um local onde pretendemos acampar, nadar no lago, escalar e desbravar a ilha. Mais uma vez com muita calma e nos despedindo de nosso último pedacinho de terra firme que teremos nessa viagem.

Depois de Hoppner iremos apenas fundear na Bahia Crossley para conhercermos um refugio e uma praia bem perigosa em dias de tempestades no Cabo Horn. O mito já nos espreita e nos olha bem de pertinho. Após um breve fundeio e nosso último pernoite com a âncora no fundo, analisaremos a melhor hora para ultrapassarmos Le Maire e entraremos no Beagle para percorrermos saudasamente as últimas milhas até o rebocador Micalvi. Que agora acolhe um aconchegando clube de veleiros para os destemidos e corajosos velejadores do Fim do Mundo.


 

Data:

12.out a 05.dez

Valor:

R$ 9.500,00 (e uma sensação única de felicidade, realização e conquista que nada nessa vida irá tirar de você!)

Travessias Extremas

Travessias Extremas

São travessias de longa duração, criadas para pessoas que queiram se desafiar e ficar a partir de 10 dias em mar aberto.

Por serem travessias com longas distâncias, onde teremos que conviver em um local confinado. Alguns pré-requisitos são necessários e somente aqueles que se mostrarem aptos poderão participar.

Travessias Extremas Mistralis

Alguns dos requisitos:

  • Antes de embarcar você deve se perguntar como se sentiria estando em um lugar compleamente isolado, sem internet, sem televisão, sem ter contato algum com terra firme, sem o conforto do lar, sem todas as mordomias que nossa atualidade nos proporciona e estar pronto a lidar com a ansiedade que a paz dessas travessias proporciona.
  • Estar apto a ajudar o comandante sempre que for solcitado .
  • Ser uma pessoa proativa e participativa.
  • Ajudar na cozinha e, preferencialmente, saber cozinhar. Pois nem sempre  comandante estará apto a comandar o veleiro, organizar a tripulação e cozinhar para todos. Por isso, venha preparado e traga alguns kits de sobreviência para que você possa se manter até 3 dias sem um prato quente de comida.
  • Ser saudável e, preferencialmente, praticar esportes.
Como as Travessias Extremas começaram?
Anualmente participamos de uma regata que vai de Recife a Noronha e na ida e na volta fazíamos diversas paradas pela costa para que todos os nossos clientes pudessem adeguar suas agendas e vivenciarem como é realmente a vida no mar.
Contudo a volta estava tornando-se cada vez mais complicada, pois diversas frentes frias impossibilitavam uma viagem tranquila e tínhamos que prourar abrigo em terra e esperarmos a frente passar. Como poucas pessoas conseguiam compreender que velejar contra o vento é muito desgastante e cansativo, alguns voltavam para o conforto de seus lares.
Dessa forma a patir de 2011 resolvemos voltar de Recife diretamente para o Rio. Surge então as Travessias Extremas Mistralis.
 
Para saber quais as próximas travessias entre em nosso cronograma !

Mar del Plata - Malvinas / Falklands - Is de los Estados - Cabo Horn - P. Williams

TRAVESSIA SUPER EXTREMA

Um breve adendo:

Essa travessia aconselhamos única e exclusivamente para aqueles que já tenham velejado bastante com o nosso comandante Felipe A. Caire e tenham um ótimo relacionamento com ele. Por isso, se você for mesmo embarcar nessa travessia, saiba que estará isolado do mundo e que irá realizar uma experiência espiritual muito profunda na sua vida.

Os benefícios e o amadurecimento interno serão inimagináveis, mas os momentos de sofrimento para que esse engrandecimento aconteça se farão necessários. Como diria Nietzsche: "é somente da dor que vem o verdadeiro aprendizado". Mas nesse caso, teremos o benefício de estarmos cercados de maravilhas naturais e estarmos enfrentando desafios e nos superando a cada dia.

Realmente é uma experiência única que todos os seres humanos deveriam um dia experienciar e para que possam entender os verdadeiros significados da importância da nossa passagem nesse pequeno planeta que residimos.

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A TRAVESSIA:

Saindo de Mar del Plata, seguiremos nos afastando da costa Argentina em busca das Malvinas, que ficam a mais de 300 milhas da costa. Iremos nos aclimatizando com o frio e o mar do Sul.


Caso sejamos surpreendidos por uma frente fria de cara e estivermos muito afastados da costa (o que será mais do que provável), abaixaremos as velas e escolheremos um bom livro, faremos uma bela faxina e nos recomporemos dos dias de navegação.

Pois somente os tolos e os novatos tem a sanidade maculada para tentarem vencer as forças da Natureza. Dessa forma estaremos em árvore seca, com todas velas abaixadas e esperando o tempo mudar.

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 A chegada nas Malvinas requer muito cuidado, pois as tide rips (correntes de maré) podem causar ondas abruptas e com cristas severas. Mas nada que um bom estudo na navegação e na hora certa de investir não minimize esses riscos.

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Nas Malvinas, desejamos permanecer no mínimo 10 dias e conhecermos bem a região que merece nosso respeito e admiração.

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Mistralis em New Island


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Nosso comandante, Felipe Caire, "conversando" com os pinguins.


 De lá seguiremos para outra ilha maravilhosa e onde começa a ficar cada vez mais perigosa nossa navegação: Isla de Los Estados. Que mais parece um cenário de Jurassic Park!

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Chegando na Isla de Los Estados


 

isla001Uma ilha com seus altos picos nevados, com lagos semicongelados, baías profundas e uma vegetação de um verde maravilhoso.

Impossível descrever a beleza desse paraíso.

Dessa vez, não desafiaremos o Estreito de Le Maire, tentaremos chegar a Isla de Los Hornos (CABO HORN) por fora e com isso teremos pela frente o risco de enfrentarmos as fortes tempestades de oeste e sudoeste, ventos predominantes e com força de furação.

Depois seguiremos para nosso querido e amado porto seguro em Puerto Williams, no Micalvi.


 

Data:

Verificar cronograma.


Distância - 2250 nm


Valor:

R$ 9.500,00 (e uma sensação única de felicidade, realização e conquista que nada nessa vida irá tirar de você!)

Cursos de Vela (3)

Curso de Vela Oceânica no Rio de Janeiro

curso

Todos os nossos cursos e atividades prezam pela prática.

Ministramos aulas teóricas nos dois dias de curso. No primeiro uma breve introdução sobre os princípios básicos da navegação e no segundo dia, caso seja necessário, um reforço nas matérias apresentadas e aulas de nós.

Acreditamos que o melhor aprendizado acontece quando praticamos, pois a teoria você poderá encontrar aqui numa página criada especialmente para nossos alunos.


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Dia I - início das aulas teóricas e práticas

Serão abordados os seguintes assuntos ao longo dos dois dias de teoria:

  • Introdução à navegação
  • Montagem e equipamentos
  • Partes de uma embarcação
  • Vento e suas direções
  • Regulagem das velas
  • Manobras: bordo, gybe, orçar e arribar

Abaixo apenas um pequeno exemplo da nomenclatura a qual você estará exposto

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Logo em seguida todos subirão ao convés para mostrarmos na prática o que foi visto na aula teórica e poderem se familiarizar com as velas, os cabos e os diversos instrumentos de trabalho dos velejadores (manicacas, moitões, patescas, catracas, etc).

Depois de içarmos a vela mestra, ou grande, chega a hora de iniciarmos nossas aulas práticas.

Dividiremos nosso grupo de alunos e faremos um rodízio com todos pelas funções do veleiro.

Dessa forma todos poderão comandar o barco, aprender a lidar e regular as velas e vivenciarem um pouco da vida a bordo.


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Dia II - um dia repleto de manobras

Iniciaremos o curso com uma rápida aula teórica sobre:

  • Segurança (RIPEAM)
  • MOB (men over board)
  • Nós e marinharia
Durante todo o dia realizaremos diversas manobras (cambadas, jaibes) para que todos compreendam o pleno funcionamento do veleiro.

O desembarque deverá acontecer por volta das 16h.


O veleiro-escola Sunday

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O veleiro que geralmente utilizamos durante os cursos é o Sunday, um Bruce Farr 40.

Um veleiro cruiser-racer concebido para proporcionar velejadas seguras e tranquilas, com o conforto necessário para uma travessia oceânica. É um veleiro que permite a você praticar todas as manobras com segurança e tranquilidade.

Fácil de ser comandado, é equipado com enrolador de genoa, roda de leme e "lazy jack", apenas alguns utensílios que facilitam em muito a navegação e proporcionam um fácil aprendizado.

Seu interior é composto por uma cama de casal na proa, dois sofás no salão, sendo que um se transforma em cama de casal e dois beliches na popa. Uma cozinha completa para navegação, uma mesa de navegação bem ampla e iluminada e muito mais.

Para saber mais baixe esse arquivo.

Venha conferir o maior veleiro-escola do Rio de Janeiro e curtir momentos muito agradáveis conosco!


Informações adicionais

O curso tem em média duração de 12 horas.

Saídas do Iate Clube do Rio de Janeiro, localizado na Av Pasteur 333 - Urca, às 10:30 h e retorno às 16:30 h.

Podemos realizar o curso com até 6 pessoas, nesse caso o curso se estenderá até às 17:30 h.

O maior diferencial de nosso curso está em nossos instrutores que vivenciam a vela oceânica desde suas infâncias.

Felipe Caire é o principal instrutor e todo os anos percorre em média 6 mil milhas náuticas com suas Travessias Oceânicas (desde o Rio de Janeiro até Noronha) e os Desafios Mistralis (desde o Rio de Janeiro até a Antártica e muito mais) .

As Travessias e os Desafios foram a forma criada por Caire para estender o conhecimento adquirido durante os cursos.

Saiba mais sobre nossos instrutores:

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Felipe A. Caire

Marcelo Caire

 


 Reserva de vagas:

 As reservas se dão mediante depósito bancário de 50% na conta corrente da Mistralis e o restante na semana do curso.

 Dados bancários:

Banco do Brasil
 
M T E A VELA LTDA
Ag. 2002-8
C/C 12.536-9
CNPJ 07.381.422/0001-01

Para saber as datas dos cursos, favor, entrar em nosso CRONOGRAMA (basta clicar).

 

Desafio Cabo Horn

CONQUISTA DO EXTREMO SUL PELO MISTRALIS

DESAFIO MISTRALIS - CABO HORN

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Depois de participarmos de mais uma REFENO (7 vez), seguiremos direto para o Rio de Janeiro, onde faremos uma breve parada de reabastecimento, reparos (caso se faça necessário), matar a saudades da família e seguir em direção a mais um destemido e lindo projeto - A NOVA CONQUISTA DO EXTREMO SUL PELO MISTRALIS!

Serão diversas travessias com a oportunidade de participação daqueles que realmente queiram vivenciar as duras realidades dos mares do SUL (ondas grandes, frio, ventos tão fortes quanto de um furacão, cenários realmente indescritíveis e muito mais!).

Realizaremos as seguintes travessias:


DESCRIÇÃO:

Cabo Horn é o pedaço de terra mais mais meridional da América do Sul. Encontra-se situado na Isla de los Hornos, no arquipélago da Tierra del Fuego e pertence ao Chile.

Tem sua fama de "cemitério de embarcações", principalmente devido as embarcações que naufragaram tentando cruzar os oceanos Pacífico e Atlântico. O que estamos oferecendo é bem diferente dessa antiga realidade, pois zarparemos apenas com condições favoráveis a navegação e a travessia mais longa que realizaremos será de menos de 20 milhas nãuticas, na pior das condições 6 horas de navegação e sempre com terra ao visual.

Queremos fazer uma viagem que seja ao mesmo tempo emocionante, mas segura e prazerosa!

Cape Horn Beagle

Se continuarmos seguindo para o Sul só encontraremos terra na Antártica, mas isso somente depois de velejarmos pouco mais de 600 milhas náuticas (cerca de 7 dias com mares revoltos e nada amigáveis). Teremos que enfrentar o Estreito de Drake, passarmos por diversos icebergs e muitas tempestades. Mas quando chegamos a Antártica...ah...a imensidão branca se mostra, o coração dispara e esquecemos a fúria dos ventos a nossa popa!

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cabo horn 2018 monumento

A passagem pelo Cabo Horn tem um significado mítico para todos os verdadeiros velejadores, para aqueles que amam o mar, que gostam de desafios e querem alcançar o maior mérito que podem alcançar. A conquista do Horn é um marco na vida de qualquer velejador.

Muitos dizem que o Cabo Horn está para o velejador assim como o Everest para o alpinista, mas para o comandante do Mistralis é a realização de um sonho, a busca de lugares inóspitos e que podemos até mesmo considerar como desconhecidos, insólitos e de uma beleza insuperável.

A variação de cores, as mudanças repentinas do tempo, a beleza das geleiras, o barulho assustador de uma geleira descongelando e caindo blocos com dezenas de toneladas na água, os animais marinhos; esses e muitos outros são os motivos que levam nosso comandante a ir em busca do Horn.


 Citações de pessoas que venceram o Horn.

"É a ultima palavra no léxico dos velejadores. Ali a natureza dispôs provas e tribulações tão engenhosamente que, na linha de frente de todos os sinônimos da crueldade e da dureza do mar, encontra-se o nome do Cabo Horn. Os ventos de outras partes podem soprar com tanta força quanto ao sul 50 graus. Os mares de outras partes às vezes podem subir tão alto e quebrar com mesma violência. Podem existir lugares igualmente remotos e tão desoladamente solitários. As correntes de outras regiões podem ser igualmente adversas. Esses inimigos o marinheiro pode encontrar separadamente ou em pares aqui e ali, sim, encontrar e vencer, mas, no seu coração, ele se perguntará se poderia enfrentá-los todos combinados" Warwick C. Tomkins.

"Quão cheio de significado e ameaça é o som destas duas palavras: Cabo Horn! Que vasto e terrível cemitério de navegantes jaz sob aquele mar em eterna agitação! Existe algum marinheiro vivo que não teria feito a travessia do Horn em seu próprio barquinho em vez de qualquer outra viagem no mundo?" Vito Dumas.


Descrição:

O primeiro dia de embarque será realizado no Micalvi, um antigo navio da Marinha Chilena, atualmente utilizado como iate clube. Que comporta os mais bravos veleiros do Sul. Lá ministraremos aulas de segurança básica, mostraremos todos os detalhes do veleiro, que já terão sido passados online em formato de fotos e vídeos para todos os tripulantes e tiraremos todas as eventuais dúvidas. 


Travessia:

Puerto Williams - Puerto Toro - Isla Wollaston - Isla Hermite - Isla Hornos - Puerto Williams

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Recomendamos que todos cheguem a Puerto Williams uns 2 ou 3 dias de antecedência e curtam e relaxem no local que tem diversas opções.

Após uma minuciosa análise da previsão do tempo zarparemos de Puerto Williams e iremos nos despedir da "segurança" de terra firme indo em direção a Puerto Toro, caso o prognóstico esteja muito favorável, seguiremos diretamente para o primeiro fundeio em Wollaston.

cabo horn 2018 puerto toro

Faremos um verdadeiro "passeio" pelo Cabo Horn! Escrevo a palavra passeio entre aspas, pois muito se fala sobre as centenas de embarcações naufragadas e as inúmeras estórias que podemos ler. Existe essa lenda, sim! Existe também esse cemitério de embarcações, mas tudo isso pela enorme dificuldade de atravessarmos os oceanos (Pacífico e Atlântico). E a fama toda ficou somente com o último ponto de terra firme, a Isla de Los Hornos. Quando na verdade o verdadeiro cemitério encontra-se em uma região muito vasta, que abrange as centenas de embarcações cruzando a Passagem do Drake, esse sim o verdadeiro "demônio" dos mares!

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Data: Favor verificar nosso cronograma.

Valor: US$ 3.000


Detalhes Específicos:

Como chegar em Puerto Williams (clique e saiba como)

O mapa abaixo mostra as possibilidades de chegada em Puerto Williams saindo de Punta Arenas (avião ou ferry) ou de Ushuaia (de embarcação)

cabo de hornos


Distâncias e Duração (estimadas):

 

Puerto Williams - Puerto Toro: 28,9 NM - 8 horas - fundeio previsto

- Caso haja necessidade permaneceremos e esperaremos por boas condições. Do contrário, seguiremos direto até Scourfield.

 

Puerto Toro - Bahía Scourfield: 43 NM - 12 horas - fundeio e descanso

 

PASSEANDO PELO HORN

 

cabo de hornos

 

 

Bahía Scourfield - Caleta Martial: 5,8 NM - 2 horas - fundeio, trekking e descanso

Caleta Martial - Isla Maxwell: 10,4 NM - 4 horas - fundeio, trekking e descanso

 

CABO HORN

 

cabo de hornos

 

Isla Maxwell - (Desembarque Isla Hornos) - Puerto Toro: 76,2 NM - 20 horas - navegação, possível fundeio na Isla Hornos e descanso em Puerto Toro

Puerto Toro - Puerto Williams:28,9 NM - 8 horas - desembarque


Inclui:

  • alimentação e pernoite a bordo

  • muito aprendizado (caso a pessoa esteja interessada em aprender a velejar e realizar travessias)

Não está incluído:

  • roupas de tempo / conjunto impermeável (bota, jardineira, jaqueta, luvas, gorros, etc).

  • equipamento de escalada e/ou acampamento

  • bicicleta nocaso de irmos pedalar

  • alimentação fora da embarcação


Ver a lista completa de equipamentos, sugestões, formulário, apostilas, checklist e muito mais em nossa página criada especialmente para nossos tripulantes.


ATENÇÃO!!!

Para realizar as travessias é OBRIGATÓRIO a participação em um de nossos cursos de vela oceânica.

Os motivos são simples:

- sua vida estará em jogo durante as travessias e precisamos nos conhecer antes de embarcarmos juntos, basta pesquisar o histórico das mais importantes participações da vela oceânica e você mesmo descobrirá os motivos (MOB na Clipper Around the World e na Volvo Ocean Race), peço desculpas, mas estamos no mercado de travessias desde 2004 e NUNCA tivemos um acidente com tripulantes a bordo;

- importante que saiba como é nosso estilo de realizar as travessias e não apenas ler ou dizer que leu as informações contidas no site;

-durante o curso saberemos se haverá afinidade para ficarmos num ambiente que para muitos pode ser tido como confinado e sabermos como iremos nos entrossar durante os dias a bordo.


P. Williams - Cabo Horn - Is Estados - Malvinas / Falklands - Floripa

VOLTANDO PARA "CASA"

Travessia Puerto Williams - Cabo Horn - Isla de los Estados - Malvinas / Falklands - Floripa

bem-vindo-desafios

Depois de termos realizado mais um sonho, vencido mais um obstáculo, chega a hora de regressarmos para nossa base e plantarmos mais uma sementizinha para que o novo desafio que já está em nossas pranchetas surja!

Já estaremos muito mais íntimos dos mares do Sul, já teremos navegados diversas vezes pelo Cabo Horn. Inclusive já teremos ido ao Continente Gelado e vividos emoções que estaremos sempre dispostos a contar para aqueles que ainda mantenham vivos em seus corações a eterna criança que anseia por novas descobertas.

 

Descrição:

O primeiro dia de embarque será realizado no Micalvi, um antigo navio da Marinha Chilena, atualmente utilizado como iate clube. Que comporta os mais bravos veleiros do Sul. Lá ministraremos aulas de segurança básica, mostraremos todos os detalhes do veleiros, que já terão sido passados online em formato de fotos e vídeos para todos os tripulantes e tiraremos todas as nossas dúvidas.

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Pois durante a travessia do Drake não teremos tempo para esclarecer eventuais detalhes.

Recomendamos que todos cheguem em Puerto Williams com uns 2 ou 3 dias de antecedência e se habituem ao clima e curtam as maravilhas dos Dientes de Navarino.

Acomodações em Puerto Williams:

Lakutaia
+56 61621721
This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.
www.lakutaia.cl

Hostel Pusaki
+56 61621116
fax +56 61621224
This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

 


pescadores-puerto-toroApós comunicarmos nossa passagem por Puerto Toro, seguiremos até o Cabo Horn, onde faremos a famosa manobra do veleiro Mistralis e de lá seguiremos diretamente para o Estreito de Le Maire.

Fundearemos na Isla de los Estados, onde permaneceremos cerca de 3 dias e depois seguiremos por mais dois dias até as Malvinas, onde pretendemos ficar uns 7 dias navegando pela região.isla002

Assim que tivermos uma janela favorável seguiremos diretamente para Floripa. 


Detalhes específicos:

Embarque: Micalvi - Puerto Williams

Desembarque: Florianópolis. 


Data:

Favor conferir nosso cronograma! 


Distância - 1960 nm 


 Valor:

R$ 10.800,00

Quem somos

A empresa Mistralis surgiu em 2005, mas desde 1994 já realizávamos nossas travessias pelo litoral brasileiro, percorrendo milhares de milhas, conhecendo uma centena de comunidades, praias, rios, cachoeiras e muitas belezas naturais.

Em 2001 começamos a atuar no mercado de treinamentos empresariais, onde permanecemos até hoje como ícones no mercado brasileiro.

Em 2005 a empresa deu uma virada e se tornou uma empresa ligada diretamente a preservação do meio ambiente marinho e costeiro, com a criação da Expedição Mistralis - Velejando e Conscientizando, que visitou diversas comunidades no litoral baiano, sensibilizando diretamente cerca de 2 mil pessoas.

Com mais de 10 anos de experiência levando pessoas por diversos portos do Brasil, lançamos novos produtos e serviços:

  • cursos de vela
  • travessias oceânicas
  • regatas
  • treinamentos empresarias

Parte da Equipe Mistralis fica realizando as travessias pelo Brasil, enquanto outros ficam no Rio de Janeiro realizando os cursos de vela oceânica.

Uma forma de capacitarmos as pessoas inexperientes a estarem aptas a realizarem as travessias conosco, comandarem seus próprios veleiros ou apenas curtirem uma velejada com total liberdade.

Em 2013 a Mistralis e seu comandante Felipe A. Caire realizaram um feito inédito para os brasileiros. Foi o primeiro comandante a levar a bordo de um veleiro-escola uma tripulação inexperiente para cruzar o tão famoso Cabo Horn, um dos lugares mais temidos por todos os grandes velejadores.

Travessia do Atlantico

Zarparemos de Florianópolis com destino aos ROARING FOURTIESDessa forma iremos para onde os ventos são mais fortes e favoráveis e a corrente também estará a nosso favor.

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Pretendemos fazer praticamente toda a nossa volta ao mundo com os ventos favoráveis e sempre utilizando as correntes marinhas e as melhores rotas e previsões possíveis.

De Floripa para Tristan da Cunha teremos uma velejada de adaptação com cerca de 1900 MN. Lá pretendemos ficar uns 4 dias e logo partirmos para nosso destino final: CAPE TOWN.

Pela frente teremos cerca de 1500 MN e condições mais duras de navegação. Ventos mais fortes e temperaturas mais baixas.

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Em Cape Town ficaremos no famoso Royal Cape Yacht Club.

Data: 13.jun a 27.jul

Valor: U$ 3.500


Conheça um pouco mais de nosso comandante Felipe A. Caire:

 

 

Sailing Antarctica

Antarctica Sailing Photography

Antarctica Sailing Photography

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Antarctica Sailing Photography

Photography Expedition

This is an expedition for those who want to discover Antarctica and the charms of its nature almost untouched by man. Besides being a major challenge to navigation, guaranteed to bring strong emotions.

We also offer this adventure for photography lovers, one of the passions of our skipper Felipe Caire. Therefore, during this trip, we will be more concerned with discovering beautiful places, watching marine life and the possibility of great discoveries.


Antarctica Sailing Photography

Route description:

Day 1-9 – Crossing the Drake

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Once we leave Puerto Williams or Ushuaia, we’ll cross the famous Cape Horn, a place known for its never-ending waves, strong winds and a heavy energy in the air. Cape Horn is for the sailors what the Everest is for climbers. We go beyond this challenge!

Our main challenge will be the Drake Passage: a crossing of more than 600 nautical miles and about 6 days trip separating Antarctica from Chile.

A situation that requires people’s taste for thrills and good social skills. I don’t ask you to have boating experience, but to be in good physical and especially mental conditions.

Day 10-11 – Deception Island

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Now it is the time for our deserved rest and the first encounter with the ice and emotions that soon await us on the Antarctic continent. But, first we have a light “fight” against the Neptune’s Bellows, the famous entrance to Deception Island.deception-island002http://www.sailingantarctica.com/wp-content/uploads/2016/01/deception-island002-300x150.png 300w, http://www.sailingantarctica.com/wp-content/uploads/2016/01/deception-island002-480x240.png 480w, http://www.sailingantarctica.com/wp-content/uploads/2016/01/deception-island002-230x115.png 230w, http://www.sailingantarctica.com/wp-content/uploads/2016/01/deception-island002-350x175.png 350w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" style="box-sizing: border-box; vertical-align: middle; height: auto; clear: both; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;">

In Deception Island we will have the opportunity of a “hot” shower with heated water of an extinct volcano. Photography lovers will be delighted with the wreckage of an old whaling facility and inhospitable scenarios that lie ahead.

Day 12-20 – Exploration of Antarctica Peninsula

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We will continue navigating to Anvers Island, where we will visit the site of our next trip to Antarctica (dedicated to climbers). There, we can land on the British military base, Port Lockroy.

In Lockroy, we continue our way south to Adelaide Island (if weather permits!). In case of bad weather, we will be waiting for an opportunity to get to know the region and its charms.mistralis-crew001http://www.sailingantarctica.com/wp-content/uploads/2016/01/mistralis-crew001-300x150.png 300w, http://www.sailingantarctica.com/wp-content/uploads/2016/01/mistralis-crew001-480x240.png 480w, http://www.sailingantarctica.com/wp-content/uploads/2016/01/mistralis-crew001-230x115.png 230w, http://www.sailingantarctica.com/wp-content/uploads/2016/01/mistralis-crew001-350x175.png 350w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" style="box-sizing: border-box; vertical-align: middle; height: auto; clear: both; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;">

Our intention is to explore the region with safety, comfort and tranquility for all our crew. We have no intention of accumulating more nautical miles navigated, but unforgettable moments.

Day 20 – Return

After the 20-day trip we will return to Chile and our crew will disembark in Puerto Williams.


Antarctica Sailing Photography Expedition Recommendations:

  • everyone should bring your own complete foul weather gear and sleeping bags.
  • onboard feeding is simple but not restricted. We use the most of fresh food we can.
  • we don’t have individual cabins. The beds are kind of stretchers, similar to those used by the Volvo Ocean Race team, with a little more comfort and the same security. For the benefit of all, we must keep an environment of peace and harmony onboard.
  • for your luggage: the smaller the better. Plan for your clothes in advance.
  • it is not a requirement that you know how to sail, but you may be asked to join the daily tasks.

Antarctica Sailing Photography Expedition

Date: please contact FELIPE CAIRE

Value: US$ 6,000.00

Reserve by depositing 40%

30%

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